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24 fevereiro 2008

depende

Depende do que, depende do dia que a que a gente vê.
Duas coisas ficaram do ensino fundamental: a noção do alfabeto e essa frase, de algum livro de leitura e interpretação. poderia jogar no google pra descobrir de onde é. talvez o faça depois.
Ela serve hoje pra mostrar o relativismo das coisas. como duas coisas muito similares podem gerar reações completamente distintas. m compromisso tal, num contexto tal, pode gerar expectativa sem fim e ser o prenúncio de coisas mto boas. esse mesmo compromisso, em outro cenário, é um saco. só é bom pela relação que se pode estabelecer com o compromisso I.
Confuso? É. Tem coisas na vida da gente que só são confusas. As pessoas gostam de uma confusão eu acho, porque só pode ser por isso que via de regra se toma o caminho com mais curvas. ou isso ou porque as linhas retas são muito incisivas e ninguém quer se ver tão desnudo quanto uma linha reta.
quanto tempo por dia você gasta no seu universo paralelo, tendo suas conversas imaginárias, imaginando ações e reações pra coisas que já aconteceram, estão acontecendo, vão acontecer ou nunca vão acontecer? onde cruza a linha do normal?
depende. depende do que. depende do dia que a gente vê.

1 comentários:

KassyKassandra disse...

Sabemos como ver nossos dias né!!!

Eu gostaria de vê-los detrás de uma mesa do Café Aliança domingo de manhã, ou detrás de uma mesa com fritas e cerveja em todas as noites...

aaaffff

beijos