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22 julho 2010

Tá bom

Sim, porque até a porcaria do horóscopo precisa ser sombrio. Isso lá é previsão que a pessoa precisa ler antes de começar o dia?!

Um ciclo está começando a terminar a partir de hoje. E você tem dois anos (mais ou menos) para encerrar todo um período de atividades, preocupações e cuidados. Questionamentos sobre sentidos da vida podem voltar a incomodar você.

Então dois anos, ainda? Ok. Posso lidar com isso. Só alguem se lembre de conferir se fechou, no chegar do prazo.

20 julho 2010

Bizarrice é

Você estar em uma sala onde existem três bandeiras oficiais hasteadas, em mastros com ponteiras, e, logo adiante, meia dúzia de bichinhos de pelúcia. E ser esta a sala onde você trabalha. E esses elementos serem completamente aceitáveis diante do seu contexto de trabalho. E você olhar tudo isso com a maior naturalidade do universo.

14 julho 2010

You grow up

Então, estava lendo meu horóscopo do dia, só pra ver quanto ele tinha errado. Apareceu a seguinte frase:

'Criar expectativas é tornar-se disponível à frustração também.'

Aí assim: chega com esse papinho. Claro que as pessoas se frustram na vida. Acho que é o que mais fazem. E isso não quer dizer que tenham uma porcaria de vida. É só o que acontece. É assim e ok. Coisas dão certo, coisas dão errado, coisas são como esperávamos, coisas são melhores do que esperávamos, coisas são piores do que esperávamos. Acostume-se e aprenda a lidar com isso. Acho que só não se frustra quem não espera nada mesmo da vida. E isso sim deve ser uma porcaria de vida.

ps.: sim, pode ser efeito do sedex.

12 julho 2010

Esconde-esconde

Gente. Perdi minha inspiração.


















Ou será que a matei?!

10 julho 2010

Para ler e imaginar

Se a pessoa faz isso antes da incursão etílica na vibe mexicana ... que dirá depois ...

07 julho 2010

Quem lê o que quer ...

Lendo sobre 'Estratégias para controlar sua raiva' (aqui) cheguei ao fim descobrindo mais uma pro caderninho:

"A irritação constante é um transtorno bastante conhecido: é o denominado Burnout."

E, claro, fechou máster.

"Há uma combinação de fatores causais que podem desencadear o Burnout, desde a vulnerabilidade a transtornos mentais, mecanismos de proteção contra o estresse, rigidez, sedentarismo, relações pessoais pouco gratificantes. Aliadas a estas, estariam as características do próprio trabalho: acúmulo de empregos,  número excessivo de atendimentos."

E o touché veio com:

"É bom esclarecer que o Burnout  é um estado de estresse mantido que pode anteceder quadros francamente patológicos, como depressão, ansiedade e pânico. Também pode levar a um aumento do consumo de substâncias (lícitas e/ou ilícitas), na busca de alívio imediato do sofrimento."

E o sedex que não chega, gente!

I win

Bom, dessa vez eu ganhei. Faz quase uma semana que estou dizendo algo que os astros só conseguiram ter a eficiência de sacar hoje:

Tudo pode ser banal, mas tudo pode ser importante também.

Aliás, comentário que pouco ou nada ajuda. Quero o Guia Prático de como classificar os elementos/eventos nas colunas Banal ou Importante; Real ou Paranóico.

Parece-me um pedidozinho razoável. Muito mais plausível que se estivesse solicitando seus aneis, dr. Saturno.

06 julho 2010

pro livro, aquele

Acordou e, em seguida, abriu a persiana. O dia era cinza, ainda, e encheu o quarto de enfado. Arrastou o corpo sobre os pés até a cozinha. Despejou os grãos de café na xícara e por pouco não os contou, um a um, pretendendo ocupar a mente com algo diferente.

Depois, sentou no sofá com o livro entre as mãos, sabendo do esforço soberbo que precisaria para se fixar na leitura. Tanto que corria as palavras pela metade, numa tentativa de, assim, salvar a atenção. O incômodo interno se manifestava pelo cruzar e descruzar de pernas, sem sossego, tal qual seu espírito, que a cada suspiro procurava em vão expelir o peso opressor.

Se o silêncio castigava, as companhias pareciam ainda mais excruciantes. Não era nada e era um pouco de tudo que se fazia em turbilhão. Parte do que era tinha combinado, consigo, não externar; mas sabia de certeza que quebraria o pacto porque queria antes de tudo ver sanar. A omissão não era seu traje a rigor. Já quanto à parte que não era, havia se disposto a racionalizar, mas de todo sabia que não poderia deixar de lado o vermelho que manchava suas impressões.

Depôs o livro fechado sobre o braço do sofá, olhou para o sol até doerem os olhos e saiu. Se a paz não estava no interior, em algum lugar haveria de atenuar a ira.

05 julho 2010

Pela pouca extroversão

03 julho 2010

Peguei você!

Bom, eu costumo cair com bastante frequência nessa pegadinha. Agora, por exemplo, sei que posso estar numa, mas não consigo evitar racionalmente.

Anyway, boa leitura. Saca só um trecho, com grifo meu:

"Tem um verso de uma linda canção da banda Radiohead, There There, que volta e meia me vem à cabeça: “Just ‘cause you feel it/ Doesn’t mean it’s there” (em tradução muito livre, algo como “só porque você está sentindo, não quer dizer que seja real”).

Algumas pessoas com mais frequência do que outras, todos somos levados, eventualmente, a agir e reagir como se a emoção do momento estivesse no comando, e não a cabeça. O sentimento até pode ser genuíno – dor, ciúme, raiva, paixão – mas nem sempre a leitura que fazemos da realidade guiados por essa emoção é correta, justa ou adequada para a ocasião."

Na íntegra, aqui.

A voltar a esse assunto. Mas vem cá - as pessoas bem que poderiam sinalizar as coisas só um pouquinho também, né. Facilitaria léguas.

02 julho 2010

Sobre erros

Paira pelo conhecimento popular a teoria de que os animais jamais tropeçam numa mesma pedra duas vezes. Isspo porque seu cérebro seria dotado de um mecanismo que os impede de topar duas vezes com o mesmo obstáculo. Eu, claro, nuna testei ou sequer procurei me informar sobre a cientificidade dessa observação.

No momento, limito-me a invejar os quadrúpedes (ouvi essa história sendo exemplificada com um cão ou um leão, então não sei se vale, tipo, para galinhas e minhocas também) que conseguem a proeza de errar apenas uma única e singular vezes.Porque eu, com toda 'humanidade' constante no meu ser, parece que insisto em repetir os mesmos erros. Sim, redundante assim.

Será mesmo que tem gente que não aprende nunca? Chega um ponto na vida onde a pêssoua deveria aprender a discernir quando sim, vale o esforço, e quando não, não vale o esforço. E não me refiro exclusivamente a situações.

Olha o score que deficitário, voltando pra vibe zôo:
- animais não erram o pulo. humanos sim, e como.
- animais não repetem erros. humanos sim, ad eternum.

Bom, eu a partir de agora só quero saber de mugidos, então.

... no momento idiota do dia: vai ver por isso das enxaquecas ... de tanto dar cabeçada por aí ...

28 junho 2010

Fodeu é ...


quando as charges deixam de ser engraçadas porque se transformam apenas em realidade

Pergunta do dia

Quantas vezes é possível clicar em 'enviar e receber' antes de afundar o botão virtual do outlook?

22 junho 2010

Hoje, eu desisto

Hoje eu jogo a toalha e ligo o piloto automático pra fazer o que precisa ser feito. Hoje eu não ligo mais a mínima. Hoje eu perdi o tesão. Hoje eu não quero discordar. Hoje eu não sou aquela que não aceita as coisas de boa. Hoje eu passei pro time dos indiferentes. Hoje eu perdi a vontade de fazer mais. Aliás, hoje eu perdi qualquer vontade, menos uma, que é a de ir embora.
Hoje eu não quero que o dia acabe, porque amanhã vai ser só mais do mesmo.

21 junho 2010

Frase do dia

Momento biscoito da sorte:

"Eu sou assim porque meus pais nasceram no dia 16 de julho.'

Fazer o quê, assim determinou o Cosmos e, nesse caso, não há absolutamente nada que se possa fazer. A não ser buscar refúgio no meu novo grupo de apoio - uma legião de sobreviventes sequelados, de mãos dadas enfrentando as argúrias que a vida lhes reservou.

18 junho 2010

Três pontinhos

- Eu me importo com a Copa do Mundo, sim. Duvido que você não. Pense só: se em 2010, a edição da África (tpo, em África sendo do outro lado do oceano, longe pra cacete), está sendo o purgatório do ridículo na Terra, o que será o ano de 2014 com esse encosto assombrando os nosso dias bem aqui do lado?

- Em que ponto da estrada a Televisa dominou o mundo e assumiu o controle da Rede Globo? Alguém viu aquele seriado dos advogados/juizes/policiais? Dá licença que vou agora resgatar um vhs da Usurpadora, porque francamente. Tinindo de ridículo o besteirol disfarçado de argumento politicamente correto. E da canastrice nem vou falar nada.

- O que você prefere:
* Assistir a um jogo da Copa com seleções nórdicas dando bicos de lá pra cá por noventa minutos, tendo seus nomes desconfigurados pela leitura típica brasileira
* Assistir ao horário político com os candidatos non-sense desta eleição
* Asssitir a Luana Piovani impunhando uma bazuca e correndo pra casa ser a cachorrona submissa do marido na tv
* Assistir ao vídeo de uma consulta de podologia, com uma unha sendo desencravada em câmara lenta, áudio em russo e legendas em hebraico?

Tô vibrando com a alicate em mãos ..

15 junho 2010

2 + 2 = 4

Assim, facinho, facinho: deu de se importar mais com os outros do que ocorre em recíproca. Como dizem, por que colocar como prioridade quem te considera segunda opção?! Tcharam, problema resolvido.

Porque é sempre assim, você coloca a pessoa lá em cima na sua lista de favorites ones e ela só faz não ligar. At all.

Ok, amarga eu? It may be. Mas é que cansa, uma hora cansa de nunca ver um retorno claro.

Eu, que sempre tive um pezinho na atenção seletiva, não devo enfrentar maiores dificuldades nessa redescoberta, né.

Dica do dia: diga para as pessoas o que elas merecem ouvir. Ou escreva. Ou desenhe. Não se omita no jogo da indiferença.

13 junho 2010

Momento mais do mesmo

Sabe, tem uma série de coisas que eu não me canso de constatar - acho que porque não tenho pleno domínio delas, e de suas explicações, por isso a recorrência.

Uma delas é como mudam as prioridades - seja de pessoa para pessoa, seja na mesma pessoa, de fase em fase. Incrível como algo que antes era tudo agora pode ser um muxoxo 'ok'.

Outra é essa necessidae visceral que eu tenho de estar permanentemente envolvida, em grau obsessivo, com alguma coisa/pessoa/amigo imaginário/hobby/objeto/atividades/enfim, complete aqui com o que quiser. Tenho que. Senão, surto. Preciso sempre ter essa lacuna preenchida. Estar totalmente absorta, vidrada em algo, fazer disso a boa-da-vez das 24 horas do dia, dos 7 dias da semana. Tenho que estar tomada de paixão, senão não funciona. Quando estabiliza fica tudo bem, segue favoritado, but it's no my fuel anymore.

É uma fila que anda - e, oh, quem diria, em ciclos. Mas, como dizem, figurinha repetida não completa álbum.

07 junho 2010

Era uma vez

Once upon a time havia um lugar muito, muito distante chamado Terra do Erro. Lá, as pessoas jamais conseguiam acertar, independentemente de como escolhessem agir. Se não fizessem nada, erravam por não terem feito nada. Se fizessem de um jeito, erravam por ter feito daquele jeito. Se fizessem de outro, erravam justamente por terem feito daquela forma.

Na Terra do Erro havia o Monstro da Culpa, que todos os dias assombrava as pessoas com suas garras insinuantes e pela iminência do ataque. A besta estava à espreita, prestes, a qualquer momento, a lançar-se sobre aqueles que tentavam romper a maldição e conquistar um acerto. A Culpa sempre ficava com alguem. perseguindo sua vítima até que ela não mais pudesse resistir e sucumbisse.

Os ataques diários do Monstro da Culpa e o Feitiço do Erro Eterno enfraqueciam as pessoas que frequentavam a Terra do Erro de tal modo que, às vezes, nem o Elixir do Açúcar conseguia reparar o estrago. Cansadas, as pessoas recorriam a poções mágicas inebriantes, que faziaçm tudo ficar bem e certo, mesmo que por apenas alguns minutos. Depois do falso som do acerto, o silêncio novamente tomava seu espaço e os dias na Terra do Erro seguiam seu balanço imutável, tal qual o sacolejar da cabeça que anunciava a negativa em sinal de reprovação.

Até que um dia ...


to be continued ....

....?

02 junho 2010

Sobre mortandela

Eu tenho uma vibe interna meio 'sou do núcleo suburbano da novela das oito' que me torna alvo fácil das promoções de supermercado. Não posso com uma boa oferta - especialmente se fazendo a dobradinha café + xícara.

Interrompo o mês sabático do blog, portanto, por um dos poucos motivos que valem a exceção: a aquisição de uma nova xícara linda para a família das colecionáveis. E até a latinha é bacana.